{"id":14975,"date":"2020-03-05T17:34:12","date_gmt":"2020-03-05T17:34:12","guid":{"rendered":"https:\/\/cannigma.com\/?p=14975"},"modified":"2021-03-11T06:03:42","modified_gmt":"2021-03-11T06:03:42","slug":"curando-feridas-incuraveis-com-cannabis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cannigma.com\/pt-br\/tratamentos\/curando-feridas-incuraveis-com-cannabis\/","title":{"rendered":"Tratando feridas incur\u00e1veis com cannabis"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando o Dr. Vincent Maida come\u00e7ou a recomendar cannabis medicinal para pacientes com <a href=\"https:\/\/cannigma.com\/pt-br\/conditions\/cancer-e-quimioterapia\/\">c\u00e2ncer<\/a>, h\u00e1 mais de duas d\u00e9cadas, foi criticado por muitos de seus colegas da comunidade m\u00e9dica.  Alguns anos depois, o Dr. Maida, hoje professor associado da <a href=\"https:\/\/www.utoronto.ca\/\">Universidade de Toronto<\/a>, come\u00e7ou a se perguntar se a cannabis poderia ajudar a resolver um problema comum \u00e0 maioria de seus pacientes de cuidados paliativos, que sofrem com feridas cr\u00f4nicas e intrat\u00e1veis. Cerca de 6% da popula\u00e7\u00e3o mundial sofrem de algum tipo de ferida cr\u00f4nica. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cO assunto [da cannabis] n\u00e3o fazia parte do curr\u00edculo quando comecei a estudar medicina\u201d, disse Maida em entrevista exclusiva ao <strong>The Cannigma<\/strong>. \u201cE, claro, os estudantes de medicina s\u00e3o treinados para pensar de uma determinada maneira, e quem pensar fora dos par\u00e2metros ser\u00e1 considerado herege\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sua empresa, a VinSan Therapeutics, est\u00e1 desenvolvendo um tratamento \u00e0 base de cannabis para essas feridas, \u00e0s quais a medicina moderna n\u00e3o tem cura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cMinhas descobertas e os resultados da primeira fase de testes foram impressionantes. Alguns <a href=\"https:\/\/cannigma.com\/pt-br\/fisiologia\/o-que-sabe-se-dos-efeitos-de-longo-prazo-da-cannabis\/\">pacientes j\u00e1 bem idosos<\/a> conseguiram se curar completamente das feridas\u201d, contou Maida. \u201cObservei indiv\u00edduos com grandes les\u00f5es que tiveram seus tecidos regenerados\u201d.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"740\" height=\"447\"  srcset=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB4bWxucz0naHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmcnIHZpZXdCb3g9JzAgMCAxIDEnPjwvc3ZnPg== 100w\" src=\"https:\/\/dist.cannigma.com\/2020\/03\/en\/Dr-Vincent-Maida.jpg\" alt=\"Foto do Dr. Vincent Maida, professor associado da Universidade de Toronto, que criou tratamento de les\u00f5es incur\u00e1veis com cannabis\" class=\"wp-image-13043 lazyload \"\/ data-srcset=\"https:\/\/dist.cannigma.com\/2020\/03\/en\/Dr-Vincent-Maida.jpg\" alt=\"Foto do Dr. Vincent Maida, professor associado da Universidade de Toronto, que criou tratamento de les\u00f5es incur\u00e1veis com cannabis\" class=\"wp-image-13043\"\/><figcaption>Dr. Vincent Maida (por Michael Schaeffer Omer-Man)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como voc\u00ea come\u00e7ou a usar cannabis na pr\u00e1tica m\u00e9dica?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tenho mais de duas d\u00e9cadas e meia de experi\u00eancia usando cannabis e canabinoides com meus pacientes, ao longo de 37 anos atuando na medicina. Tudo come\u00e7ou com os relatos dos milhares de pacientes que tive ao longo da minha carreira. Eu os ouvia contando que usavam os medicamentos e tratamentos normalmente prescritos para diversos quadros cl\u00ednicos, sem ter uma resposta satisfat\u00f3ria para seus problemas e sintomas. No entanto, ao acrescentar cannabis ou canabinoides aos medicamentos, de repente passavam a observar resultados. Ao perceber que os compostos ajudavam e seus efeitos colaterais n\u00e3o causavam maiores problemas, comecei a estudar a literatura m\u00e9dica para me informar melhor sobre o sistema endocanabinoide. \u00c9 algo que venho fazendo h\u00e1 quase 30 anos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ouve-se bastante falar que os m\u00e9dicos s\u00e3o apresentados \u00e0 cannabis medicinal pelos pacientes. Parece ser dif\u00edcil para um m\u00e9dico ir contra sua pr\u00f3pria forma\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dific\u00edlimo. Isso \u00e9 resultado da falta de forma\u00e7\u00e3o, na verdade. Ali\u00e1s, na \u00e9poca em que entrei na faculdade de medicina, n\u00e3o se falava nada sobre o sistema endocanabinoide, embora as coisas estivessem come\u00e7ando a evoluir naquela \u00e9poca. Acho que o professor Mechoulam j\u00e1 havia publicado alguns artigos, mas, mesmo assim, o assunto n\u00e3o fazia parte do curr\u00edculo. E, claro, os estudantes de medicina s\u00e3o dogmatizados para pensar de uma determinada maneira, e quem pensar fora dos par\u00e2metros ser\u00e1 considerado herege.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando comecei a utilizar <a href=\"https:\/\/cannigma.com\/pt-br\/planta\/canabinoides-e-seus-efeitos\/\">canabinoides<\/a> e ter maior experi\u00eancia cl\u00ednica nessa \u00e1rea, fui desprezado e visto como exc\u00eantrico, herege. Lembro-me de um amigo m\u00e9dico dizendo que eu iria para o inferno, porque estava recomendando algo sat\u00e2nico para meus pacientes. Da\u00ed voc\u00ea v\u00ea o n\u00edvel de ignor\u00e2ncia e estigma que h\u00e1 em todo esse campo. E \u00e9 uma pena, porque existe cada vez mais respaldo cient\u00edfico para o sistema endocanabinoide e todos os elementos da planta de cannabis. E estamos s\u00f3 come\u00e7ando.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Em que casos voc\u00ea utilizou inicialmente a cannabis?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como sou especialista em medicina paliativa, utilizava como complemento para pacientes com c\u00e2ncer em tratamento quimioter\u00e1pico que sofriam de n\u00e1useas e v\u00f4mitos resultantes do tratamento. Tamb\u00e9m a prescrevia para amenizar as complexas e severas s\u00edndromes de dor que costumam acometer esses pacientes, as quais s\u00e3o relacionadas diretamente \u00e0 doen\u00e7a mas tamb\u00e9m as decorrentes do tratamento, como as <a href=\"https:\/\/cannigma.com\/pt-br\/conditions\/neuropatia\/\">neuropatias<\/a> perif\u00e9ricas. Esses pacientes tomavam todos os medicamentos recomendados, mas sem obter os resultados necess\u00e1rios para seguir adiante ou mesmo para querer continuar vivendo. Foi assim que come\u00e7ou, basicamente no contexto do c\u00e2ncer.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nos primeiros dias de minha experi\u00eancia com medicina paliativa, tive outro momento de epifania: observei que a maioria dos meus pacientes com doen\u00e7as em est\u00e1gio avan\u00e7ado no cen\u00e1rio da medicina paliativa tamb\u00e9m apresentavam feridas. Ali\u00e1s, h\u00e1 mais de dez anos, fui, talvez, o primeiro a publicar um estudo sobre os diversos tipos de ferida que esses pacientes costumam ter. Mais de 60% dos pacientes com doen\u00e7as avan\u00e7adas desenvolvem pelo menos um tipo de ferida. Ent\u00e3o, basicamente, quando reflito a respeito, minha carreira \u00e9 como um diagrama de Venn com tr\u00eas conjuntos: medicina paliativa, tratamento de feridas e medicamentos \u00e0 base de canabinoides. E a interse\u00e7\u00e3o desses tr\u00eas conjuntos no meu diagrama de Venn metaf\u00f3rico representa minha pesquisa e minhas inova\u00e7\u00f5es, observando como os canabinoides ajudam n\u00e3o somente a controlar a dor e os sintomas, que \u00e9 a fun\u00e7\u00e3o da medicina paliativa, mas tamb\u00e9m a melhorar e curar as feridas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que s\u00e3o feridas cr\u00f4nicas?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dito de maneira simples, feridas cr\u00f4nicas s\u00e3o les\u00f5es que n\u00e3o cicatrizam. E existem diferentes par\u00e2metros de tempo para isso. Alguns dizem tr\u00eas meses, outros seis. Mas s\u00e3o feridas que simplesmente n\u00e3o melhoram. Uma pessoa normal e saud\u00e1vel, com uma ferida profunda na pele, deve curar-se sozinha, sem necessidade de tratamento. No caso de algu\u00e9m mais idoso, debilitado, um indiv\u00edduo com c\u00e2ncer ou alguma outra doen\u00e7a incur\u00e1vel, ou no caso de uma combina\u00e7\u00e3o desses fatores, sua capacidade de cura \u00e9 bastante reduzida, por v\u00e1rios motivos. E esses s\u00e3o os pacientes que desenvolvem feridas cr\u00f4nicas. E n\u00e3o s\u00f3 isso: essas feridas ficam cada vez piores, podendo produzir alguns cen\u00e1rios. O indiv\u00edduo pode morrer por causa da ferida ou acabar desenvolvendo complica\u00e7\u00f5es que requerem amputa\u00e7\u00e3o. Esses pacientes tamb\u00e9m s\u00e3o propensos a desenvolver quadros como sepsia, que, no caso de pessoas mais idosas e fr\u00e1geis, \u00e9 quase sempre fatal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Infelizmente, os antigos paradigmas do tratamento de les\u00f5es observados no mundo inteiro simplesmente n\u00e3o est\u00e3o produzindo os resultados desejados. E foi isso que me levou a pensar fora dos par\u00e2metros convencionais. Na verdade, meu m\u00e9todo de tratar feridas com cannabis \u00e9 inovador porque o tratamento n\u00e3o est\u00e1 voltado s\u00f3 para as les\u00f5es, a abertura em si, mas para o paciente como um todo, considerando tamb\u00e9m os tecidos ao redor da les\u00e3o, que correm grande risco de rompimento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estudando os princ\u00edpios b\u00e1sicos da ci\u00eancia, cheguei \u00e0 conclus\u00e3o de que os mesmos elementos fisiopatol\u00f3gicos observados no leito da ferida, na abertura, por assim dizer, tamb\u00e9m existem no tecido circundante. Portanto, devemos tratar n\u00e3o s\u00f3 a ferida do paciente, mas o paciente como um todo, incluindo o tecido perif\u00e9rico.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Qual o objetivo do tratamento que voc\u00ea prop\u00f5e?&nbsp;<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sua fun\u00e7\u00e3o \u00e9 tratar a fisiopatologia b\u00e1sica da ferida. A cronicidade deve a um c\u00edrculo vicioso, alimentado por uma inflama\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica. Ent\u00e3o, o primeiro benef\u00edcio de minha f\u00f3rmula \u00e9 debelar a inflama\u00e7\u00e3o. \u00c9 como reiniciar o computador quando ele trava. Voc\u00ea pressiona <em>control-alt-del<\/em> e pronto, o sistema \u00e9 reiniciado. \u00c9 isso o que minha f\u00f3rmula faz.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Assim, come\u00e7a-se \u201creiniciando o sistema\u201d, tirando a ferida cr\u00f4nica desse estado de hiperinflama\u00e7\u00e3o. Mas vai al\u00e9m, mobilizando alguns fatores de crescimento, como o VEGF (fator de crescimento endotelial vascular) e o TGF-\u03b2 (fator de crescimento transformador beta). Minha teoria \u00e9 que minhas f\u00f3rmulas tamb\u00e9m funcionam em n\u00edvel epigen\u00e9tico. E a raz\u00e3o pela qual fa\u00e7o uma afirma\u00e7\u00e3o t\u00e3o ousada \u00e9 que sabemos que o <a href=\"https:\/\/cannigma.com\/pt-br\/fisiologia\/uma-visao-geral-do-sistema-endocanabinoide\/\">sistema endocanabinoide<\/a> \u00e9 \u00fanico, no sentido de apresentar capacidade de liga\u00e7\u00e3o intracelular e extracelular, o que n\u00e3o \u00e9 muito comum, mas \u00e9 pouco falado. De qualquer modo, \u00e9 empolgante, porque se os canabinoides e os n\u00e3o canabinoides podem realmente se ligar aos receptores nucleares das c\u00e9lulas no n\u00edvel das mitoc\u00f4ndrias, n\u00facleo, ret\u00edculo endoplasm\u00e1tico etc., podemos influenciar a express\u00e3o g\u00eanica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Minhas descobertas e os resultados da primeira fase de testes foram impressionantes. Alguns pacientes j\u00e1 bem idosos conseguiram se curar completamente das feridas. Indiv\u00edduos com grandes les\u00f5es regeneram os tecidos, o que, para mim, \u00e9 uma prova, pelo menos do ponto de vista cl\u00ednico, de que minhas f\u00f3rmulas e meu m\u00e9todo est\u00e3o realmente estimulando as c\u00e9lulas-tronco a regenerar tecidos e fechar essas les\u00f5es no corpo das pessoas.<br><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Quais s\u00e3o os tratamentos existentes para feridas cr\u00f4nicas?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sem querer desrespeitar os profissionais dessa \u00e1rea, os tratamentos existentes nada mais s\u00e3o do que curativos sofisticados, ou seja, n\u00e3o servem para nada. Quer dizer, existem muitas tecnologias avan\u00e7adas por a\u00ed, c\u00e9lulas-tronco da placenta e fatores de crescimento, mas nenhuma delas produziu resultados positivos. E muitas, na verdade, foram retiradas do mercado por causa das sequelas que provocavam.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Voc\u00ea pode falar mais sobre os resultados observados em seus estudos?&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No meu estudo de fase I (em que n\u00e3o h\u00e1 controle), concentrei-me n\u00e3o somente em feridas comuns, feridas triviais. Nessa fase, simplesmente submetemos os pacientes selecionados a tratamento. Mas no meu caso, selecionei pacientes que n\u00e3o haviam tido bons resultados antes, que passaram por uma s\u00e9rie de tratamentos e tinham feridas por mais de seis meses, al\u00e9m de diversas complica\u00e7\u00f5es relacionadas a uma comorbidade patog\u00eanica. Ent\u00e3o, tecnicamente, n\u00e3o \u00e9 nem fase I, \u00e9 quase fase II, porque estudamos feridas refrat\u00e1rias intrat\u00e1veis \u200b\u200bbem graves, em pacientes muito doentes, incur\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>E quais as taxas de sucesso observadas? Como voc\u00ea define um bom resultado?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A meta cl\u00e1ssica no dom\u00ednio das les\u00f5es \u00e9 seu fechamento, observando-se o tempo de fechamento. E \u00e9 interessante porque, se voc\u00ea revisar a literatura m\u00e9dica, como eu fiz no trabalho para publicar meus artigos, ver\u00e1 que muitos estudos n\u00e3o citam o tempo de fechamento da ferida. E isso \u00e9 o principal. Se n\u00e3o fechamos as feridas, na verdade, n\u00e3o realizamos nada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Meus tempos de fechamento de feridas s\u00e3o os mais curtos em compara\u00e7\u00e3o com os dados sobre les\u00f5es intrat\u00e1veis publicados mundialmente, como doen\u00e7a falciforme, calcifilaxia ur\u00eamica, calcifilaxia n\u00e3o ur\u00eamica e pioderma gangrenoso, que algumas das feridas mais complexas que existem. Estou conseguindo cur\u00e1-las em tempos recordes, al\u00e9m de observar o al\u00edvio da dor como resultado secund\u00e1rio. J\u00e1 publiquei alguns artigos mostrando que o uso de medicamentos t\u00f3picos \u00e0 base de cannabis \u00e9 capaz n\u00e3o apenas de aliviar a dor relacionada \u00e0 ferida, mas tamb\u00e9m acabar com o <a href=\"https:\/\/cannigma.com\/pt-br\/conditions\/uso-dependencia-de-opioides\/\">uso de opioides<\/a>. Um sucesso geral, porque estamos conseguindo tirar os opioides dos tratamentos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">N\u00e3o tenho nenhuma amputa\u00e7\u00e3o em meu hist\u00f3rico, e muitos dos meus pacientes vieram at\u00e9 mim procurando uma salva\u00e7\u00e3o. V\u00e1rios cirurgi\u00f5es j\u00e1 haviam lhes dito que a \u00fanica solu\u00e7\u00e3o era amputar o membro. Ainda n\u00e3o s\u00e3o resultados oficiais, mas notei uma grande redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero de antibi\u00f3ticos prescritos a esses pacientes. E isso n\u00e3o surpreende porque, se come\u00e7armos a fechar a ferida, o corpo consegue se proteger das bact\u00e9rias que tentam invadi-lo para destruir mais tecidos. \u00c9 realmente emocionante.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Voc\u00ea pode contextualizar o problema das feridas cr\u00f4nicas? Qual sua dimens\u00e3o? Quantas pessoas tendem a desenvolv\u00ea-las e em que casos?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pr\u00f3pria OMS declarou as feridas cr\u00f4nicas como uma das maiores crises de sa\u00fade global do mundo. Essa \u00e9 uma informa\u00e7\u00e3o. Cerca de 6% de toda a popula\u00e7\u00e3o do mundo t\u00eam ferida cr\u00f4nica. N\u00e3o sou muito bom em matem\u00e1tica, mas quanto \u00e9 6% de 7,7 bilh\u00f5es? Al\u00e9m disso, de novo, falando sobre o valor das despesas com sa\u00fade: nenhuma \u00e1rea em todo o sistema mundial de sa\u00fade cresce a uma taxa maior do que as despesas relacionadas a feridas, que \u00e9 de 7,5% ao ano. Na verdade, para ser completamente transparente, essa \u00e1rea est\u00e1 empatada com a de di\u00e1lise. Ou seja, os gastos com di\u00e1lise e feridas est\u00e3o crescendo globalmente a uma taxa anual de 7,5%. Pelo menos no caso da di\u00e1lise, \u00e9 algo que faz muito bem \u00e0s pessoas. Minha m\u00e3e, por exemplo, faz di\u00e1lise e ainda est\u00e1 viva. Portanto, o aumento dos gastos com di\u00e1lise faz sentido para mim. O aumento dos gastos com feridas n\u00e3o faz sentido, porque os resultados ainda s\u00e3o insignificantes. N\u00e3o h\u00e1 nenhuma \u00e1rea no \u00e2mbito da sa\u00fade que tenha resultados t\u00e3o ruins quanto a das feridas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando o Dr. Vincent Maida come\u00e7ou a recomendar cannabis medicinal para pacientes com c\u00e2ncer, h\u00e1 mais de duas d\u00e9cadas, foi criticado por muitos de seus colegas da comunidade m\u00e9dica. 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