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Cannabis Pode Ajudar a Dor Crônica nas Costas / Pescoço?

por Emily Earlenbaugh, PhD.

O Sistema Endocanabinoide

Para entender como a cannabis pode ajudar com a dor crônica nas costas ou no pescoço, primeiro você precisa entender como ela interage com o corpo humano.

A cannabis afeta os seres humanos quando suas substâncias químicas ativas, chamadas canabinoides, são processadas ​​pelo sistema endocanabinoide do organismo. Esse sistema crucial presente em todo o corpo humano controla ou afeta algumas de suas funções mais importantes, como:

  • Fome
  • Resposta ao estresse
  • Construção da memória
  • Inflamação
  • Sono
  • Controle muscular
  • Energia
  • Humor
  • Dor

O sistema endocanabinoide é composto por três partes principais: endocanabinoides, receptores e enzimas. Os endocanabinoides são moléculas muito semelhantes aos canabinoides encontrados na cannabis, mas são produzidos pelo corpo humano naturalmente. Esses endocanabinoides se ligam a receptores endocanabinoides (especificamente chamados receptores CB1 e CB2), que são encontrados na superfície das células de todo o organismo. Em seguida, enzimas especiais quebram os endocanabinoides, eliminando-os do nosso sistema.

Quando funciona adequadamente, este sistema tem a função de manter a homeostase (ou equilíbrio) no corpo humano.

Uma das principais funções do sistema endocanabinoide é regular a sensação de dor em todas as suas etapas. Embora os humanos usem cannabis como analgésico há milhares de anos, foi a descoberta relativamente recente do sistema endocanabinoide, e o estudo de suas principais funções, que finalmente nos deram a capacidade de entender o porquê.

O sistema endocanabinoide cumpre seus efeitos analgésicos principalmente através da estimulação dos receptores CB1 e CB2 com os endocanabinoides naturais do corpo.

Os receptores CB1 são encontrados em todo o sistema nervoso periférico e central, e desempenham um papel importante na sinalização da dor. A ativação do CB1 regula negativamente a neurotransmissão por todo o sistema nervoso, reduzindo os sinais da dor e nossa percepção dela. Estimular os receptores CB1 pode até modificar o componente da dor emocional, alterando assim nossa resposta emocional à dor.

Em um estudo sobre como o CB1 influencia na dor, os cientistas excluíram geneticamente o CB1 do sistema nervoso periférico (embora o tenham preservado no sistema nervoso central) de camundongos e os trataram com canabinoides. Nos camundongos sem CB1, os efeitos analgésicos dos canabinoides foram muito inferiores. Esse fato sugere que a estimulação periférica do CB1 é importante para que o nosso sistema endocanabinoide possa reduzir a dor.

Os receptores CB2, por outro lado, são encontrados principalmente nas células imunológicas. No entanto, eles também podem desempenhar um papel na definição dos estados de dor, regulando a atividade das células imunológicas do sistema nervoso central. Por exemplo, em um estudo, os cientistas estimularam quimicamente o CB2 em camundongos e perceberam diminuição da atividade, indicando uma resposta à dor. Em estudos que analisaram o CB2, a ativação deste receptor foi capaz de reduzir os indicadores de dores inflamatória e nociceptiva (dor relacionada a danos ao corpo).

Embora originalmente se pensasse que esses efeitos provinham exclusivamente da presença do CB2 nas células imunológicas, surgiram novas evidências sugerindo que os receptores do CB2 também podem se expressar nos neurônios sensoriais e nas fibras nervosas. Atualmente, os cientistas acreditam que existem caminhos adicionais pelos quais o CB2 pode mediar a sinalização da dor, como uma ativação indireta dos receptores de opioides.

Enquanto os cientistas ainda estão descobrindo alguns detalhes preciosos sobre como tudo isso funciona, na pesquisa realizada até agora está claro que o estímulo do sistema endocanabinoide pode levar à redução da dor. Então, teoricamente, ao ativar os receptores do sistema endocanabinoide, a cannabis deve ser capaz de produzir efeitos que aliviam a dor nas costas e no pescoço, entre outras regiões.

Cannabis e Dor no Pescoço / Costas

Quando se trata de usar cannabis especificamente para dores nas costas ou no pescoço, a pesquisa é bastante limitada. A maioria dos estudos sobre cannabis e dor concentra-se na dor neuropática ou em doenças como câncer ou HIV. Ainda assim, podemos aprender muito sobre como a cannabis pode ajudar em dores nas costas ou no pescoço observando os estudos sobre como ela afeta a dor em geral.

À medida em que nos aprofundamos nos estudos sobre cannabis e dor crônica, uma coisa torna-se clara: a dor é um dos motivos mais comuns pelos quais os pacientes recorrem ao uso de cannabis medicinal. Pesquisas apontaram que uma alta porcentagem de pacientes usam cannabis para dor crônica: um estudo relatou 97% de usuários com esse fim.

Ainda mais interessante notar que esses pacientes parecem felizes com os resultados. Em uma pesquisa realizada pela UC Berkeley, 81% dos pacientes relataram que a cannabis, sozinha, era mais eficaz no alívio da dor do que os opioides, com resultados semelhantes relatados para pacientes que usam analgésicos não opioides.

Obviamente, os dados da pesquisa são notoriamente não confiáveis uma vez que os pacientes podem não ser capazes de afirmar se estão sendo impactados pela cannabis, pelo efeito placebo ou por qualquer outra circunstância quando percebem o alívio da dor. Portanto, é importante também analisar dados pré-clínicos e clínicos que permitem aos cientistas realizar estudos melhor controlados.

Pesquisadores que estudam cannabis e dor foram contraditórios em suas análises sobre esta pesquisa. Houve várias e extensas metanálises a respeito das propriedades da cannabis para aliviar a dor e os autores parecem discordar sobre o quão convincente é a evidência. No entanto, praticamente todos concordam que são necessárias mais pesquisas para entender definitivamente como usar melhor os produtos de cannabis disponíveis comercialmente, e se os benefícios do alívio da dor superam quaisquer riscos potenciais da cannabis.

Por exemplo, em uma metanálise de 2017 da literatura sobre cannabis, a National Academies of Science and Engineering relatou que há evidências substanciais de que a cannabis é um tratamento eficaz para a dor crônica em adultos e tende a apresentar um nível moderado de alívio. No entanto, eles especificaram que “muito pouco se sabe a respeito de eficácia, dose, vias de administração ou efeitos colaterais de produtos de cannabis comumente usados ​​e disponíveis comercialmente”, e os autores recomendaram que mais pesquisas fossem realizadas para esclarecer essas questões.

Os autores de uma avaliação de 2019 concordaram que existem pesquisas apontando a eficácia da cannabis para a dor e frisaram que os atuais estudos não representam realmente os produtos de cannabis atualmente disponíveis. Assim, recomendaram cautela.

Eles ressaltaram que ainda é difícil realizar estudos clinicamente relevantes sobre a cannabis para a dor devido às restrições às pesquisa. A maioria dos estudos sobre os efeitos de alívio de dor da cannabis utilizam cannabis inalada em vez de tinturas e comestíveis, os quais estão sendo usados por muitos pacientes que sofrem de dor crônica. E mesmo essas opções inaladas são frequentemente fornecidas por agências governamentais e podem não ter perfis químicos semelhantes às disponíveis em dispensários. Portanto, existe uma grande lacuna na pesquisa quando se trata do conhecimento dos cientistas sobre as melhores formas de utilizar os produtos de cannabis disponíveis com segurança e eficácia para o alívio da dor.

Uma análise de 2017 da Universidade de Harvard encontrou evidências “modestas” de ensaios clínicos que apóiam o uso de cannabis para dor. A pesquisa também encontrou evidências iniciais de que a cannabis poderia ajudar a reduzir o uso de opioides quando os dois são usados ​​simultaneamente. Ainda assim, como em outras análises, eles recomendaram mais pesquisas para entender melhor os possíveis efeitos colaterais e obter mais clareza sobre como usar a cannabis para a dor de maneira eficaz.

Além dessas análises, outros estudos nos deram mais informações sobre como os diferentes tipos de cannabis podem atenuar a dor. Por exemplo, um estudo constatou que o uso do THC e do CBD juntos melhorou a capacidade da cannabis de aliviar a dor em comparação ao uso uso isolado dos componentes. Outro estudo constatou que ocorreram menos eventos gastrointestinais adversos no tratamento da dor com cannabis quando os pacientes a consumiram por inalação em lugar da via oral.

Efeitos colaterais

Isenção de Responsabilidade

O conteúdo do site The Cannigma tem fins puramente informativos. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Sempre consulte um médico profissional experiente com conhecimento em cannabis antes de iniciar um tratamento.

Sobre Dor Crônica nas Costas/ Pescoço

Visão Geral

As dores no pescoço e nas costas são extremamente comuns. Enquanto a grande maioria das pessoas afetadas sente dor aguda por um curto período de tempo, muitas sofrem de dor crônica, que pode ser incapacitante e afetar diferentes aspectos da vida.

A dor nas costas é tão comum que nove em cada 10 adultos a experimentam em algum momento de suas vidas. Cinco em cada 10 adultos que trabalham sentem a dor todos os anos, fazendo dela o motivo mais comum para incapacidade laboral e dias de ausência no trabalho.

A dor nas costas ou no pescoço geralmente melhora dentro de algumas semanas ou meses, dependendo da causa. Às vezes, ela retorna de forma regular. Dores nas costas crônicas causadas por hérnia de disco e estenose ou cirurgia geralmente desaparecem após um ano.

Classificação

A dor nas costas é classificada em termos de duração dos sintomas. É considerada aguda se durar menos de seis semanas, subaguda se continuar entre seis a 12 semanas e crônica se persistir por mais de 12 semanas.

A dor no pescoço, por outro lado, é classificada de acordo com sua causa. Embora cerca de metade dos indivíduos sinta dor mista, em muitos casos a causa é neurológica ou inespecífica. Outros têm dor no pescoço devido a uma condição médica diversa, como osteoartrite cervical. A dor no pescoço também pode ser o resultado de uma resposta a um movimento ou se manifestar devido a uma fonte anatomopatológica, o que significa que uma determinada área do corpo possa apresentar uma patologia sem causa.

Causas e Fatores de Risco

A dor nas costas pode ter causas genéticas, adquiridas ou ocasionadas pelo estilo de vida. As mais comuns são:

  • Excesso de atividade. Isso pode fazer com que os músculos e ligamentos das costas sejam estirados ou lesionados, o que pode levar a dores nas costas e espasmos musculares. Você pode aliviar a dor descansando e tomando medicamentos sem prescrição.
  • Lesão no disco. Lesões no disco são bastante comuns e geralmente ocorrem em pessoas mais jovens. Os discos estão situados entre ossos chamados corpos vertebrais em nossa coluna vertebral e nos permitem curvar e ter flexibilidade. Eles geralmente deslizam para fora do lugar, causando protuberâncias e hérnias no disco e ocasionando lesões e dor. Isso pode acontecer devido à anatomia do indivíduo, ao levantando de um objeto pesado, a um movimento anormal ou mesmo espontaneamente. Má postura também pode contribuir para lesões no disco.
  • Ciática. Quando um disco desliza para trás, ele pode comprimir uma raiz nervosa das costas que tenha conexão com as pernas. Quando ele toca o nervo ciático, você pode sentir dor aguda, formigamento ou sensação de dormência nas pernas e nos pés. Se não for tratado, pode levar à fraqueza dos músculos.
  • Estenose espinhal. Ocorre devido à pressão na medula espinhal e nos nervos espinhais causada ​​quando a medula espinhal se estreita. Você pode sentir dormência e câimbras em qualquer parte do corpo quando estiver em pé ou andando.
  • Curvaturas anormais da coluna. Inclui certas condições médicas que geralmente são diagnosticadas durante a infância, na maioria das vezes incluindo escoliose e lordose. Essas anormalidades causam má postura, a qual leva à dor como resultado da pressão sobre os músculos e vértebras.
  • Outras condições graves. Dor crônica nas costas é comum entre pacientes com artrite, fibromialgia, espondilite, entre mais.

O Que Causa Dor no Pescoço?

Como mencionado anteriormente, as causas de dor no pescoço também podem levar a dores nas costas. As principais causas de dor no pescoço são:

  • Degeneração dos discos e vértebras no pescoço. Eles normalmente degeneram com a idade, o que pode levar à dor crônica ou persistente. Esse tipo de dor também pode ser causada por condições médicas específicas, como processos inflamatórios e trauma.
  • Má posição ao dormir. Muitas pessoas às vezes acordam com rigidez ou dor nos ombros ou nas costas. Isso pode ser resultado da posição de dormir, do tipo de travesseiro usado, da firmeza do colchão e dos níveis de estresse antes de deitar.
  • Postura ruim. As pessoas que costumam se inclinar para a frente durante o dia para olhar seus telefones ou trabalhar em seus computadores podem lesionar os músculos do pescoço. Para minimizar os danos, tente alongar o pescoço para os lados regularmente.
  • Estresse e ansiedade. Carregar o mundo nas costas não é apenas uma expressão. Altos níveis de estresse podem fazer com que os músculos se contraiam e você sinta dor pelo excesso de tensão.
  • Torcicolo. Esta é uma condição médica na qual, por um motivo desconhecido, a cabeça é contraída para um lado. Tentar alinhá-la pode ser muito doloroso. O torcicolo geralmente ocorre durante a noite ou devido à exposição a temperaturas muito baixas por períodos prolongados. Nesse caso, seu pescoço deve voltar ao normal dentro de algumas horas ou dias. No entanto, também pode ser um sintoma de uma condição médica grave, como infecção, tumor ou efeitos colaterais de certos medicamentos.
  • Chicote cervical. Nele, a cabeça é sacudida para frente e para trás devido a uma lesão súbita no pescoço. Geralmente está associado a acidentes de carro, mas também pode ocorrer como resultado de atividades esportivas.
  • Radiculopatia cervical. Ocorre quando os nervos do pescoço que se conectam à medula espinhal ficam irritados, principalmente devido a condições associadas, como artrite no pescoço ou hérnia de disco. Além da dor no pescoço, ela pode resultar em dormência ou dor e fraqueza nos braços.
  • Outras causas. Às vezes, a dor no pescoço pode indicar outros problemas, como câncer, doenças sistêmicas ou outras condições mais raras.

Fatores de Risco

Muitas pessoas relatam dor crônica nas costas após mudarem de casa ou escritório. Outros podem sofrer durante anos devido a um trabalho fisicamente exigente. No entanto, pessoas com má postura, estilo de vida sedentário ou obesidade também correm alto risco, uma vez que exercem pressão constante sobre seus músculos e vértebras. O mesmo vale para as mulheres nos estágios finais da gravidez. Vale ressaltar que os fumantes também correm um risco maior de desenvolver problemas nas costas, embora a causa disso não seja clara.

Estudos recentes apontam vários fatores psicológicos que contribuem para a dor nas costas, como estresse no trabalho, problemas familiares e até mesmo a tensão causada pelo rompimento de uma relação. A inatividade pode piorar a dor nas costas, mas o mesmo vale para uma lesão esportiva.

É importante notar que a dor nas costas também ocorre em quem  não apresenta fatores de risco. Pode aparecer mesmo se você não carregar algo pesado, tiver uma ótima postura, dormir bem e viver perfeitamente. Isso simplesmente acontece.

Diagnóstico

Normalmente, não é necessário consultar um médico após sentir dor ou desconforto leve a moderado, pois o tempo ou os medicamentos vendidos sem prescrição devem resolver. No entanto, se a dor for intensa, persistente ou acompanhada de sintomas adicionais, você deve procurar aconselhamento médico. Exames avançados podem descobrir condições subjacentes que estejam causando a dor, bem como apontar medicamentos que terão sua fonte como alvo.

Ao relatar dores nas costas ou no pescoço ao seu médico, ele conduzirá uma anamnese, além de exames físicos abrangentes. A dor será caracterizada por sua localização, duração e possíveis causas. O médico também considerará sua idade, histórico anterior de dor e condições médicas coexistentes. Um exame neurológico pode ser usado para avaliar alterações nas sensações e na função motora.

Outros testes que podem ser realizados:

  • Raios-X – Eles podem revelar o que está acontecendo nos espaços entre os ossos da coluna vertebral, bem como doenças como artrite e tumores.
  • RM – Ela pode revelar os detalhes de elementos relacionados aos nervos, bem como problemas nas articulações, tendões e ligamentos. Mielografia / tomografia computadorizada (TC) pode ser usada como alternativa.
  • Estudos eletrodiagnósticos – A eletromiografia (EMG) e a velocidade de condução nervosa (NCV) são algumas vezes utilizadas para diagnosticar dores no pescoço e nos ombros.

Tratamento

A dor nas costas normal geralmente desaparece após alguns dias e, em casos mais graves, semanas ou meses. Para tratá-la de forma eficaz, descanse e tome medicamentos sem prescrição. Existem várias maneiras pelas quais você pode impedir que ela se repita ou piore, dependendo da fonte da dor.

  • Mantenha-se ativo. Pessoas que se exercitam regularmente se recuperam de dores nas costas mais rapidamente. Andar, nadar e praticar yoga são particularmente recomendados. Além disso, ao invés de ficar na cama após se recuperar da dor nas costas, volte ao trabalho imediatamente, pois a atividade o ajudará a se curar mais rapidamente.
  • Alongamento. O alongamento é uma dos cuidados mais importantes que você deve ter para seu corpo e pode evitar muitas condições de dor crônica, incluindo dores no pescoço e nas costas.
  • Massagem. Peça para alguém aplicar uma leve pressão nos músculos e articulações doloridas para aliviar a tensão.
  • Compressas quentes e frias. Muitas pessoas tomam um banho quente ou usam uma bolsa de água quente na área dolorida para aliviar a dor quando ela começa. Outros colocam uma bolsa de gelo para aliviar a dor a curto prazo. Cuidado para não colocar o bloco de gelo diretamente na pele, pois pode causar queimaduras.
  • Gerencie seu sono. Verifique se a sua postura não machuca as costas e se o travesseiro apoia o pescoço corretamente. Se a dor persistir, tente dormir sem travesseiro ou com um travesseiro especial de pescoço
  • Fortalecimento abdominal. Os músculos abdominais contribuem para a sua estabilidade e a distribuição mais uniforme do tronco. Assim, seu fortalecimento é uma ótima maneira de prevenir e melhorar a dor nas costas.
  • Relaxar. Sabe-se que pessoas otimistas se recuperam mais rapidamente de lesões. Permanecer positivo é crucial, mesmo ao sentir dor nas costas, pois a preocupação pode causar contração dos músculos, piorando o quadro.
  • Colar cervical. O seu médico pode indicar para aliviar o desconforto. No entanto, não use por muito tempo, pois pode enfraquecer os músculos do pescoço.
  • Cirurgia. Esta opção é recomendada apenas se a causa da dor (ciática, por exemplo) puder ser eliminada dessa forma.
  • Parar de fumar. As pessoas que fumam levam muito mais tempo para se recuperar de lesões, incluindo de dores aguda e crônica. Outro motivo para parar de fumar!
  • Denervação por radiofrequência. Este procedimento envolve a introdução de agulhas nos nervos ligados à articulação afetada. Ondas de rádio são transmitidas através das agulhas para aquecer os nervos, o que os impede de enviar sinais de dor. Às vezes, esse procedimento é recomendado para pessoas com dores nas costas moderadas a graves originadas nas articulações da coluna vertebral. Observe que algumas complicações incluem sangramento, infecção e possíveis danos nos nervos.

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